• Victor Nunes Freitas

NÁUTICO, UMA LOUCURA NA MINHA VIDA

Minha história com o Clube Náutico Capibaribe começou efetivamente no ano 2000, quando comecei a ir pros Aflitos regularmente e, no ano seguinte, saímos da seca de títulos de 11 anos e logo com um Bicampeonato. Mas a história de hoje é bem diferente...

O fatídico dia é 26 de novembro de 2005. Estávamos (eu, meu pai e meu avô) no Estádio Eládio de Barros Carvalho, popularmente chamado de Estádio dos Aflitos pra ver o jogo Náutico x Grêmio pela última rodada da Série B. O Timbu, com chegava ao jogo, precisava de uma vitória para voltar a elite do futebol brasileiro. Para o Grêmio restava só um empate para garantir a subida.

O jogo foi tenso. E põe tenso nisso! No primeiro tempo, Bruno Carvalho perdeu um pênalti e, a partir daí, o INACREDITÁVEL começava a ser escrito. Intervalo de jogo 0-0 e eu no alto dos meus 14 anos estava nervoso, mas eis que os 35 minutos chegaram e iniciou-se a confusão mais conhecida da história do futebol. O juiz Djalma Beltrame marcou pênalti e os jogadores do Grêmio, furiosos, partiram pra cima do juiz. Entrou PM, diretoria, comissão e tudo mais.

Após a confusão, era o Náutico com 10 e um pênalti a favor contra o fut7 do Grêmio. Ademar correu pra bola e Gallatto defendeu. No lance seguinte, Anderson fez o gol que colocou o Grêmio na Série A. Lembra do menino que ficou famoso no 5º gol da Alemanha? Era eu nos aflitos, só que sem ficar famoso.


Um ano depois estava nos aflitos comemorando o acesso à Série A contra o Ituano, e desde então acompanhei os quase 14 anos sem títulos do Náutico no Pernambucano, campanhas boas e outras ruins nas séries A, B e C do Brasileirão.


Mas me falam direto: Victor, o cara pra torcer pro Náutico só pode ser doido. E realmente é. Não se explica o que é que te faz torcer por um clube, você simplesmente torce, tem amor, alegria (MUITA RAIVA TBM) e se resume a seguinte frase:


SE TE AMAR FOR LOUCURA, EU SOU UM LOUCO SEM CURA!

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