• Fernando Lima

DESTINO É...

Você sabe para onde vão os nossos jogadores ?


Jogar futebol no exterior é um sonho para muitos jogadores profissionais. Hoje há milhões de brasileiros que residem no exterior, dentre eles alguns são jogadores de futebol.


A Fifa e a CBF só contabilizam o fluxo anual de entrada e saída de jogadores que passaram por seus sistemas de transferência – ou seja, o número ignora atletas que estavam sem contrato e simplesmente assinaram com um novo clube.


Segundo o documento "Global Transfer Market Report" do ano 2019 feito pela Fifa, o Brasil foi de longe o país que mais movimentou o mercado de transferências internacionais em 2019.


Um estudo recente do CIES mostrou para onde atualmente os nossos jogadores tentam a sorte de virar uma estrela do futebol.

Podemos perceber pelo gráfico acima que temos uma grande demanda de jogadores brasileiros que vão para Portugal (pelo sexto ano consecutivo e o país mais escolhido) pela facilidade da língua e proximidade das principais ligas europeias. O segundo país mais procurado, surpreendentemente, é o Japão. Acredito que nossos jogadores são seduzindo pela segurança do país e pela possibilidade de uma fama na liga do país que já teve grandes nomes brasileiros como Zico, Dunga, Edilson que ficaram muito famosos na terra do sol nascente.


Quanto a Itália, há a facilidade da adaptação mais rápida para os brasileiros.

Com relação a outros países como Malta, Hong Kong, Tailândia e até mesmo Finlândia na lista, acredito que a maioria vai pela oportunidade de tentar se destacar em uma liga de menor expressão , além dos valores salariais maiores em muitos dos casos, garantindo independência financeira.


Em 2019 houve grande fluxo de jogadores para o país lusitano com 228 transferências (+ 11,2% vs 2018), seguido por transferências para Inglaterra, , Escócia (163) e de Portugal para o Brasil (149).


O gráfico abaixo mostra como o Brasil foi superior em transferências de jogadores na América do Sul com mais que o dobro do segundo lugar que foi a Argentina, cuja maior migração de jogadores foi para o Chile.


O gráfico abaixo mostra os números de transferências na América do Sul.

Somos um grande celeiro de jogadores para o mundo. O lado ruim é que perdemos cada dia mais jovens talentos que muitas vezes nem chegam a jogar nos clubes nacionais. O lado bom é a renda farta para os clubes de médio e pequeno porte, que são a maioria na transferência desses jogadores.

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