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Série Especial: Eurocopa 2021

A competição mais importante de seleções do velho continente está de volta.


A ansiedade já toma conta do nosso imaginário. Faltam menos de 30 dias para o pontapé inicial da Eurocopa 2021. E nós, do Estante do Esporte, contaremos com uma cobertura especial da segunda maior competição de seleções do mundo.


Para aliviar este nosso sentimento, preparamos uma série especial, com momentos de craques que marcaram história na competição.


Na terceira matéria da nossa série especial, abordaremos jogos inesquecíveis dos meias que definiram a história das partidas na Euro.


Andrés Iniesta (Rússia 0-3 Espanha, 2008)

A Espanha havia derrotado a Rússia por 4 a 1 na fase de grupos, mas se a equipe de Guus Hiddink não esperava fazer mais um jogo na semifinal em Viena. Iniesta liderou o ataque aos "pequeninos" de Luis Aragonés na primeira de seis exibições de melhor jogador em campo na EURO. O seu cruzamento abriu o marcador para Xavi Hernández, que ajudou David Silva a marcar o terceiro golo, numa vitória por 3-0.


"Queríamos muito isso e esta é a recompensa para todos", disse ele depois.


Theodoros Zagorakis (Grécia 1-0 Portugal, 2004)

Na maior vitória da história da Grécia, Zagorakis foi o maestro da Grécia, sua exibição de Melhor em Campo contra Portugal na final de 2004, uma lição prática sobre como seguir um plano tático - e como a paixão pode mover montanhas. "O mais importante é não termos entrado em pânico", disse à UEFA.com sobre a batalha da sua equipa para manter a vantagem de 1-0 em Lisboa.


"Em vez de ficarmos cansados, começámos a cobrir mais terreno e tornou-se evidente que queríamos mais a taça."


Pavel Nedvĕd (Holanda 2-3, República Tcheca, 2004)

Se os tchecos perdiam por 2-0 aos 20 minutos do apito inicial, no segundo jogo da fase de grupos, em Aveiro, seria simplesmente uma oportunidade para eles mostrarem o que o seu Jogador Europeu do Ano Nedvĕd, era capaz de fazer. As habilidades eram imensas, as entregas incríveis, e isso foi demais para seu marcador, John Heitinga, que foi expulso após uma falta no jogador em campo. "Foi um jogo fantástico", reconheceu Nedvĕd.


"No início estávamos dormindo, mas depois de acordar mostramos uma grande energia."


Zinédine Zidane (França 2-1 Portugal, 2000)

Esta semifinal em Bruxelas foi uma vitrine para dois dos maiores meio-campistas da época; Luís Figo, de Portugal, pode ter feito sombra na primeira parte, mas o controle cintilante do homem da Juventus Zidane, e o brilhantismo casual ao passar a bola viraram a maré a seu favor, mesmo antes de converter o pênalti de ouro que levou os "bleus" à final. O companheiro de equipa Patrick Vieira inspirou-se em 'Zizou':


"Se jogar ao lado dele, só quer jogar como ele. Ele levanta-te muito."


Kim Vilfort (Holanda 2-2 Dinamarca, 1992)

O companheiro de equipe Henrik Larsen marcou os gols que renderam à Dinamarca um empate em 2 a 2 com a campeã Holanda, na semifinal de Gotemburgo. Mas o meio-campista Vilfort foi o herói anônimo, proporcionando uma saída da sua defesa postada e mostrando energia ilimitada como sua equipe lutou para vencer nos pênaltis.


"Um dos melhores jogos em que já participei", lembrou Vilfort, cuja filha perdeu a batalha contra a leucemia. Foi um cenário sombrio para a final - ele havia perdido a partida do grupo contra a França para ficar ao lado dela.

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