• Guilherme Fressato

SPRINTNEWS DA ESTANTE

Olá amigo da Estante do Esporte e amante da velocidade, chego rapidinho para deixar vocês por dentro do que está repercutindo da F1.


O ÚLTIMO ACORDE DAS DANÇAS DAS CADEIRAS


Com a HAAS mantendo seus dois pilotos para a temporada 2022 agora resta apenas uma vaga para piloto titular no grid para o próximo campeonato. O acento é na ALFA ROMEO para o futuro colega do finlandês Valteri Bottas. Brigando por essa cobiçada vaga existem o atual piloto da escuderia, o italiano Antonio Giovinazzi, a Mercedes tenta articular a presença do neerlandês Nyck de Vries, o chinês Guenyu Zhou, da academia da Alpine Racing, com seu grande aporte financeiro. Além dos citados anteriormente, a Ferrari tenta de todas as formas uma parceria com a equipe compatriota, para quem fornece motores atualmente, a intenção é conseguir colocar um de seus jovens talentos na categoria principal. Os principais nomes da academia do cavalinho rampante são: o russo Robert Shwartzman, atualmente 3° colocado na Fórmula 2, e o neozelandês Marcus Armstrong, atualmente 14° colocado na F2. No final quem decide quem garante o acento é o time de Frédéric Vasseur.


NOVOS INTERESSADOS EM COLOCAR MOTORES NA F1?

As atuais fornecedoras de unidades de potência das equipes já começam a discutir a substituição de algumas especificações. Um dos principais tópicos é o MGU-H, que transforma os gases da exaustão em energia elétrica, que vem trazendo muitos custos e dificuldades. Tudo passa por um grande acordo coletivo que deve ser firmado entre todos os atuais fornecedores. As negociações já estão bem avançadas e parecem atrair olhares de fabricantes que ainda não estão no circo da F1. O principal interesse parece vir dos alemães da Volkswagen e seria uma importante marca a entrar no cenário. O acordo valerá para a partir da temporada de 2026.


STREAMING


Os fãs da F1 gostam tanto das corridas quanto das temporadas de “F1 Drive to Survive”, produzido pela Netflix desde 2018 (veiculado a partir de 2019). A parceria vem dando tão certo que a plataforma quer ir além, fazer transmissão ao vivo das etapas. É claro que existem detalhes a serem observados e que preocupam os executivos, como por exemplo todos os direitos de transmissão hoje pertencentes a Liberty Media. Os contratos são negociados regionalmente para a veiculação do conteúdo, o que pode não ser interessante para a gigante do streaming.

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